Meu caro amigo
Sou uma mistura
de alegria e tristeza...
Sou beleza... sou feiúra.
Sou um misto de tudo,
às vezes nada.
Sou madrugada quando anoitece,
noite quando amanhece.
Sou confusa!
Na reta sou obtusa.
Na direção...
sou a mão certa na mão errada.
Sou a própria encruzilhada!
Tenho olhos grandes...
amendoados!
Profundos... muito profundos!
Como se minha alma fosse o mundo
e como se o mundo pudesse me enxergar assim...
Exatamente como ele é
e exatamente como eu sou:
Confusamente
confusos.
Com carinho
Fátima

Que lindo, meu amigo...
ResponderExcluirObrigada pela postagem!
Respondi exatamente para você.
Esta sou eu!
Que importa meu rosto em foto?
O meu retrato?
Retrato minha alma, de fato,
neste meu poema.
Com carinho
da
Fátima