
Como todo daschund, raça que preza o conforto, Frida adorava se refestelar na poltrona de balanço ao lado do meu computador. Ela não se interessava por informática, por e-mails, por blogs de gente simpática e de gente recalcada,as músicas que dali se ouviam, a tv posta na tela, os filmes em DVD que assistíamos na telinha, nada! Ficava para ali sonhando com seu príncipe encantado, encantado e prometido aliás, desde Niteroi, por um veterinário que possuia um noivo para ela. E suspirava, aquela menina pura e virginal...Quem diria que, miuda como ela é, nos daria trigêmeos...e que senhora mãe! Fossem todas as de duas pernas iguais a ela!...
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