
Foi esta a melhor imagem que encontrei para definir o ideal de um finalzinho de existência, quiçá uma passagem calma, tranqüila, sem sobressaltos ou lágrimas, dores ou traumas, uma coisa natural, fluindo em paz, com o alívio de quem parte, com o alívio de quem fica, sabendo que a estrada da degradação física e mental acabou para aquela pessoa, aquele ente tão querido, ou até não, mas sempre uma pessoa que fez parte de nossa vida e agora fica-nos aquela saudade do irreversível.
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Quando eu escrevi este post, eu apenas me concentrava na morte por velhice, uma passagem tranqüila, idade avançada, e coisa e tal. Não havia acontecido, aqui no Rio de Janeiro, aquele episódio em que uma criança de 6 anos foi arrastada, do lado de fora de um carro em fuga após um assalto, presa por um cinto de segurança, ao longo de 7 quilometros. Esta morte chocantemente reveladora de que em muitos de nós reside uma besta-fera, que é preciso reprimir a qualquer custo, me confirmou o velho ponto de vista: pena de morte ou prisão perpétua para estes animais. Isto não é gente. Estes não são humanos. Estes não merecem nada.
Não me venham com os beneplácitos da mamãe lei para coitadinhos marginais, como este maldito regime de progressão de penas, voltada para a redução delas.
Vamos endurecer de vez este código penal gelatina e habitado pelas ONGs indecorosas que ignoram as gentes de bem e são todas cuidados com os pobres assassinos e que tais.
Chega de tolerância!
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