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07 abril 2007

Quando... (SRebouças)


Quando eu morrer

quero que vertas apenas

duas lágrimas, duas:

uma de alegria,

outra de tristeza

ambas genuínas...

Como duas gotas de champagne

vertidas da mesma taça

(e nem precisa ser cristal),

mas que sejam duas iguais.

Duas gotas de champagne salgado

a molhar meu rosto gelado

e as minhas mãos em rosas.

A lágrima de tristeza a verterás

ao lembrar tanto tempo junto...

A lágrima de alegria representará

esta cessação de algo que não existiu.

Duas gotas, duas apenas,

vindas da mesma taça

deste quase amor
por imperfeito

e desde muito cedo
unilateral.

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