Uma simples cadeira. Mas deveria haver ali uma cadeira de balanço para um velhinho ou velhinha, indispensável de ali estar...Uma pessoa idosa tendo um recanto seu para se aninhar...A casa é simples e antiga, seu chão do mais simples material: tábuas.A reentrancia é grosseira mas rasga, penetra nossa sensibilidade, pela simplicidade dela. Trecho de cenário digno de Fernando Pessoa, a filosofar na sua TABACARIA.......

Talvez um confessionário...
ResponderExcluirEnfim, parabéns pelas postagens!
Que bom vê-lo em pleno poema.
Parabéns mesmo!
Com carinho.
Fátima