Se as tuas mãos me acariciassem
com a doçura das
palavras;
se os teus dedos me tocassem
com a leveza de uma música;
se a tua boca
me beijasse com
a intensidade de um poema;
se o desejo me consumisse,
me fizesse
tremer só de te ver,
de olhar para os teus olhos;
se os nossos corpos se unissem
na medida exacta
em que o poeta funde a sua alma nas palavras,
teríamos
encontrado o sublime.
Corpo e alma numa dança eterna.
Morreríamos
felizes.
ana castel-branco

Lindíssima a igreja. Palavras e imagem numa dança harmoniosa.
ResponderExcluir