"Destruíram nossos sonhos", diz namorada de
estudante morto em restaurante do Guarujá (SP)
- Arquivo pessoalEstudante campineiro Mário dos Santos Sampaio, 22, morto a facadas, ao lado da namorada Patrícia Bonani: o crime foi "covarde", diz ela
"Destruíram nossos sonhos". É assim que Patrícia Bonani, 18, namorada do estudante campineiro Mário dos Santos Sampaio, 22, morto a facadas na praia da Enseada, no Guarujá, litoral de São Paulo, define a perda do seu namorado. Sampaio morava em Campinas (93 km de São Paulo). "Como uma pessoa pode fazer isso com outra e depois aparecer na tevê e dizer que queria dar só uma furadinha e não matar? É mentira, eu vi quando ele deu as facadas. Foi com vontade, ele queria matar. Não foi legítima defesa como estão dizendo."
Sampaio foi morto a facadas na véspera do Ano Novo por José Adão Pereira Passos, 55, dono do restaurante onde havia feito uma refeição com a namorada e os amigos. Eles passariam a virada de ano juntos na praia.
O casal namorava havia um ano e meio, mas se conhecia desde criança. Em entrevista ao UOL, Patrícia, que ainda está muito abalada com a perda, disse que ainda não sabe como recomeçar a vida, mas tem se motivado pela esperança de ver todos os suspeitos presos.Leia Mais
O casal namorava havia um ano e meio, mas se conhecia desde criança. Em entrevista ao UOL, Patrícia, que ainda está muito abalada com a perda, disse que ainda não sabe como recomeçar a vida, mas tem se motivado pela esperança de ver todos os suspeitos presos.Leia Mais
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"Não sou ninguém para perdoar. Só quero que eles paguem. Não vou deixar de lutar para que a justiça seja feita", disse a namorada, que presenciou o crime. "Acho que no fundo tenho pena deles, pois sei que eles vão pagar porque arrasaram uma família inteira", disse.
"Estávamos muito felizes, brincando e fazendo planos para a virada. Ninguém bebeu nada, nem na praia, porque nos preparávamos para a noite. Nunca imaginávamos uma tragédia dessa nas nossas vidas" , disse.
Após o estudante discordar do valor da conta (uma diferença de R$ 7), uma discussão entre Sampaio, o dono do restaurante, o filho dele e um funcionário, foi iniciada no interior do restaurante. Segundo ela, não houve ameaças.
"Depois de toda a confusão, Passos simplesmente foi à cozinha, voltou com a arma e golpeou Marinho sem dizer uma única palavra", disse. Patrícia ainda tentou estancar o sangramento com a saia que vestia, mas não conseguiu.
Segundo ela, o crime foi "covarde" e os acusados mentiram quando alegaram legítima defesa.
"Estávamos muito felizes, brincando e fazendo planos para a virada. Ninguém bebeu nada, nem na praia, porque nos preparávamos para a noite. Nunca imaginávamos uma tragédia dessa nas nossas vidas" , disse.
Após o estudante discordar do valor da conta (uma diferença de R$ 7), uma discussão entre Sampaio, o dono do restaurante, o filho dele e um funcionário, foi iniciada no interior do restaurante. Segundo ela, não houve ameaças.
"Depois de toda a confusão, Passos simplesmente foi à cozinha, voltou com a arma e golpeou Marinho sem dizer uma única palavra", disse. Patrícia ainda tentou estancar o sangramento com a saia que vestia, mas não conseguiu.
Segundo ela, o crime foi "covarde" e os acusados mentiram quando alegaram legítima defesa.
Assassino confesso, Passos foi preso nove dias após o crime. De acordo com a polícia, o suspeito escondeu provas, intimidou testemunhas e atrapalhou a investigação. O filho dele e o funcionário estão em liberdade.
Protesto
No último domingo (13) amigos e familiares do estudante reuniram cerca de 500 pessoas em durante um protesto para pedir paz e Justiça no Guarujá. A passeata começou por volta das 9h30, na frente do restaurante onde o jovem foi assassinado e terminou com uma missa em homenagem a Sampaio, em frente ao Palácio da Justiça da cidade.

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