Pela paz, Cabral abriu uma licitação para
a compra de guardanapos de seda brancaVERSALHES - Preocupado com uma possível insurreição popular capaz de abalar a
monarquia absolutista que administra o Rio de Janeiro, Cabral XVI anunciou um
plano emergencial de pacificação da burguesia, dos camponeses e dos
"sans-culottes" fluminenses. "Se eles eles não têm metrô, que andem de charrete.
Se eles não têm pão, que comam brioches. Se eles não têm juízo, que tomem bala
de borracha", discursou, da sacada de seu Palácio.
A atitude teve apoio imediato do clero. "Temos que manter as bases sólidas
que separam o Primeiro, o Segundo e o Terceiro Estados", disse o pastor Marco
Feliciano. Representantes da nobreza se colocaram à disposição para formar o
consórcio que reformará a Bastilha.
Cabral viu razões para comemorar o aumento abusivo de preços na cidade.
"Ninguém mais reclama do calor", declarou.
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