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02 março 2014

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Comandante da Marinha ucraniana adere às tropas pró-Rússia da Crimeia

Em Kiev, na Ucrânia

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Protestos são reprimidos com violência na Ucrânia200 fotos

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2.mar.2014 - Marinheiros ucranianos preparam o navio anti-submarino "Ternopil" no porto do Mar Negro, Sevastopol, Crimea, na Ucrânia, neste domingo (2). Um comboio de centenas de tropas russas se dirigiu para a capital regional da região Crimeia neste domingo, um dia depois que as forças da Rússia assumiram a península estratégica do Mar Negro Darko Vojinovic/AP
O comandante-em-chefe da Marinha da Ucrânia, almirante Denis Berezovski, anunciou neste domingo sua adesão às autoridades pró-Rússia da Crimeia, durante uma entrevista coletiva em Sebastopol, onde está ancorada a fronta russa no Mar Negro.

IMPASSE COM A RÚSSIA MOTIVOU REVOLTA NA UCRANIA

As manifestações começaram em novembro, depois que o então presidente Viktor Yanukovich anunciou sua decisão de não assinar um acordo de cooperação com a União Europeia, que poderia, no futuro, ter a Ucrânia como um de seus membros.

A questão, no entanto, é mais complexa e tem raízes na história recente do país, nascido após a desintegração da ex-União Soviética.

O país está no meio de uma disputa de forças entre grupos que querem mais proximidade com a União Europeia e outros que têm mais afinidade com a Rússia. Yanukovich foi deposto em fevereiro, e novas eleições foram convocadas.

As atenções agora se viraram para a Crimeia, região autônoma da Ucrânia cuja maioria é alinhada à Rússia, que convocou um referendo sobre sua soberania.
"Juro cumprir as ordens do comandante-em-chefe da República Autônoma da Crimeia", declarou Berezovski, a quem o presidente interino da Ucrânia, Olexandre Turchinov, havia designado na sexta-feira o comando da Marinha ucraniana.
Na mesma coletiva, o premier pró-Rússia da Crimeia, Sergui Axionov, saudou o que chamou de "acontecimento histórico", e assinalou que o almirante Berezovski aceita se colocar "sob o comando das autoridades legítimas da península".

Kiev está perdendo o controle da Crimeia, uma república autônoma ucraniana de 27 mil quilômetros quadrados e 2 milhões de habitantes, a maioria de língua russa, e onde milhares de soldados não identificados bloqueavam hoje militares ucranianos em suas casernas.

A tensão nesta região, situada em uma península que separa o Mar Negro do Mar de Azov, aumentou desde a destituição, há 10 dias, do presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, um aliado de Moscou.

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