O Rei está quase nu!
O
inferno astral de Roberto Carlos não tem, pelo visto, data para acabar. Começou
a chamuscar o Rei no calor daquele debate sobre as biografias não-autorizadas,
pegou fogo em contato com o papelão de garoto-propaganda da Friboi e esta
semana, desgraçadamente, o ‘New York Times’ decretou perda total da obra do
artista: suas músicas, segundo crítica do jornal americano a um espetáculo de
dança nelas inspirado, são um amontoado de “cópias inferiores e genéricas”. É o tipo de desaforo que em geral rende pelo menos um artigo furibundo do Caetano contra a imprensa – por muito menos ele rodou a baiana pra cima dos críticos da Sandy –, mas, dessa vez, nem isso rolou! Que fase!
Os supersticiosos de plantão calculam que tudo mais foi para o inferno depois que o filho da Lady Laura usou uma gravata com detalhes vermelhos, interrompeu o jejum de carne e voltou a cantar “que o bem e o mal existem”. Seja lá o que for, convém adiar os planos de fazer as pazes com o marrom.
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