“recebi de um amigo e dou de graça para
vocês” FARINHA DE TRIGO.
Uma vez eu estava
cozinhando milho verde e quando coloquei o garfo na água fervendo para ver se o
milho estava pronto, sem querer, acabei queimando a mão toda com água
fervendo....
Um amigo meu que era veterano de guerra no Vietnam, estava
lá em casa e ele me perguntou se eu tinha e onde estava a farinha de
trigo...
Eu mostrei a ele, que tirou o pacote e enfiou minha mão inteira
dentro e disse pra eu conservar a mão na farinha por 10 minutos, o que eu
fiz.
Diz ele que, no Vietnam, um camarada estava incendiado e, no pânico,
os companheiros jogaram um saco de farinha nele todo, o que apagou o fogo,
isto não só apagou o fogo, mas ele não teve nem sequer um
bolha!!!!
Encurtando a estória, eu pus minha mão no saco de farinha
por
dez minutos, e quando a retirei não tinha nem uma mancha vermelha
nem bolha e NEM DOR ALGUMA!!!
Agora, eu mantenho um pacote de farinha de
trigo na geladeira e toda
vez que me queimo eu uso a farinha e NUNCA tive uma
bolha nem cicatriz nem nada. A farinha gelada é melhor ainda do que a com
temperatura ambiente.
Mantenha um saco de farinha de trigo na sua
geladeira, você ficará feliz de assim ter feito, eu que o
diga.
Experimente e verá que é verdade.
Lembre de pôr a parte
queimada diretamente na farinha, não enxague em água fria primeiro. DIRETO NA
FARINHA POR DEZ MINUTOS E VOCÊ EXPERIMENTARÁ ESTE MILAGRE.
Olá, Sérgio:
ResponderExcluirEstou com dor de cabeça e acho que é muito bom vir até aqui deixar o meu registo ou não. Tu sabes que eu ando farta da net. Não dá para estar muito tempo metida nisto, quando lá fora está sol e a Primavera começa a dar de si. Agora que é noite, lembrei-me do que te prometi e vim. Ouço água a correr... Não sei se sabes que uma das coisas que mais me descontrai é precisamente isto. Quando ando nas minhas caminhas, paro diante de os riachos e fico naquele impasse, à espera que a água também corra pelas minhas veias. É assim que a sinto correr. Sobre os efeitos da farinha nas queimaduras, não sabiam, não senhor! É o meu primeiro debruçar desta temporada em que por aqui estou, de passagem, pelas margens do teu rio.
Obrigada!