SEGUIDORES

08 maio 2015

EX-ATLETA VIRA DENTISTA... // CORREIO DA MANHÃ - PT


E NA AULA DE EDUCAÇÃO SEXUAL, UMA MENINA DE 14 ANOS... // CORREIO DA MANHÃ - PT























UM GRANDE ATOR (REVISTA QUEM)


JOHNNY DEPP É SEM DÚVIDA UM DO ARTISTAS QUE ESTA CASA MAIS ADMIRA...
ALÉM DE ATUAR MAGNIFICAMENTE SEMPRE,
PRESTA-SE A METAMORFOSES AS MAIS VARIADAS, MUDANDO RADICALMENTE SEU VISUAL.
ELE NUNCA IRÁ CANSAR SEUS FÃS COM A MESMA CARA...

A VITÓRIA DE CAMERON NA INGLATERRA (LE FIGARO)



VITÓRIA ESTRONDOSA DE CAMERON
EM TEMPOS REALMENTE DIFÍCEIS NA
EUROPA E NA PRÓPRIA INGLATERRA
COM AS DISSENÇÕES DO REINO UNIDO.














DETALHES QUE FASCINAM

POR UMA ESCADARIA IMPONENTE
COMO ESTA, V. JÁ PODE DIZER QUE
NÃO SE TRATA DE UMA CASA DO TIPO "MINHA CASA MINHA VIDA" DO PETISMO TUPINIQUIM.
PARECE AQUELAS ESTRUTURAS
ARQUITETÔNICAS DOS FILMES AMERICANOS,
EM PRETO E BRANCO, EM GERAL FILMES
DE AMORES TRÁGICOS E OS DE SUSPENSE.
HOJE JÁ NÃO SE FAZEM MAIS
COISAS COMO ESTAS!..

AS CARTAS AO GLOBO 08/05







EM BREVE TEREMOS DE USAR CARTUCHEIRA C/ REVÓLVER NAS RUAS... // O GLOBO

OU: PORQUÊ A IMPRENSA VÊ
O QUE A POLÍCIA NÃO VÊ?...

A CHARGE SEMPRE ATUAL DO CHICO // O GLOBO


INDISCRIÇÃO DE MUJICA OU NÓS JÁ SABÍAMOS DISTO... ? // O GLOBO

A VERDADE É LENTA E MORA
NO FUNDO DE UM POÇO...

SUPERMAN E OS DÓLARES NA CUECA.... // ESTADÃO

ESTARÃO ALUDINDO A ALGUÉM?...

CARTAS AO ESTADÃO 08/05































ANTERO GRECO: UMA AULA DE BOM SENSO // ESTADÃO


CHOQUE DE GERAÇÃO


Choques de geração sempre haverá, em qualquer atividade. Mais velhos tenderão a dizer que fatos e personagens extraordinários surgiram no tempo deles. Os jovens rebaterão com argumento de que a vida atual é mais rica e complexa. Ambos estão certos e errados. 


No esporte, semana sim, outra também, aparece alguém a defender um atleta incomum, único, inigualável, superior aos contemporâneos e sobretudo aos antigos. No ato vem a contrapartida, com arrazoados a demonstrar que o astro de ontem era o melhor e que não nasceu quem o supere. As discussões soam inúteis e infantis. Não raro revelam intolerância e desinformação gerais. 


Na tarde de anteontem, despontou esse eterno conflito. Lionel Messi fez dois gols lindos na vitória do Barcelona por 3 a 0 sobre o Bayern de Munique pela Copa dos Campeões. O jogo encaminhava-se para 0 a 0 morno, até que o excepcional argentino botou fogo, com a qualidade de cair o queixo. O segundo gol, então, foi uma obra-prima, a ponto de derrubar o zagueiro Boateng e descadeirá-lo pelo drible que tomou. Até agora o moço está à procura da bola.

No meio da empolgação, um narrador lembrou que a jogada parecia com aquela de Maradona, no jogo em que a Argentina bateu a Inglaterra por 2 a 1 na Copa de 1986. E, claro, veio a pergunta: seria Messi maior do que Dieguito? O comentarista, de quem há muito sou admirador, concordou com a beleza e semelhança, mas colocou um porém: “Maradona fez aquilo num Mundial. Messi, não. Quero ver numa Copa.”

Dessa maneira, expressou a opinião de que o argentino que encantou plateias nos anos 80 e parte dos 90 teve trajetória superior à do patrício que delicia o público neste milênio. Com o adendo, em favor do mais velho, de que conquistou o título daquele 1986.

Na hora pipocaram reações nas redes sociais, esse termômetro temível e supervalorizado dos dias de hoje. Houve os que concordaram, assim como foram inúmeros os que disseram que Messi é “o maior de todos os tempos”. Uma das observações para sustentar esse exagero era a de que “no tempo do Maradona o futebol era mais fácil”.


Bobagens, aceitáveis para torcedores empolgados, mas fora de propósito para a imprensa (um colega postou que Messi era muito melhor do que Pelé e ponto final). Equívoco tremendo juntar épocas diferentes, colocá-las lado a lado e tirar conclusões como se fossem todas iguais. Daí, se pegam números para basear a análise. Para ficar apenas no futebol, o raciocínio simplista diz que os times tinham e têm 11 de cada lado, que há um árbitro central, um campo, as traves, as chuteiras. O jogo em essência não mudou. 

Boleiros enfrentam facilidades e dificuldades compatíveis com a era que vivem. Antes, o material esportivo era mais tosco; hoje, a tecnologia colabora muito. Corria-se menos do que agora; o cuidado com a preparação física atualmente é enorme. Esquemas táticos são rígidos, e assim por diante.

Pois bem: o material ajuda e prejudica a todos, assim como a velocidade do jogo, o condicionamento físico e os esquemas táticos. Chega-se a qual conclusão? A de que os fora de série foram, são e serão aqueles que, em seu tempo, se mostram muito acima dos demais, estão à frente, rompem barreiras, criam parâmetros. Descontados empolgação, emoção, marketing, restará a História. E ela apontará a grandeza dos respectivos feitos, com a ressalva de que foram sujeitos diferenciados. Por isso, não há por que tanta ânsia em apontar Pelé, Garrincha, Maradona, Zidane, Messi como “o maior”. Cada um tem lugar reservado no topo. Gênios são eternos.

ELIANE CANTANHÊDE // ESTADÃO



Clima de barata voa

Eliane Cantanhêde



O clima no poder é de barata voa, cada um tentando se “descolar” do outro e se esfalfando para salvar a própria pele. Aliás, esse é o verbo da moda em Brasília: todo mundo tenta se “descolar” de todo mundo.


O PT se “descola” da presidente Dilma Rousseff e se agarra ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de fugir de um pronunciamento pela TV no Primeiro de Maio, Dia do Trabalho, a presidente foi empurrada para fora da propaganda do seu próprio partido, terça-feira à noite. E a grande estrela foi, ou era para ser, Lula. O que é muito estranho.


Afinal, Dilma já bateu no fundo do poço, com seus míseros 13% de aprovação, e nem fazendo muito esforço para errar será capaz de cair mais ainda. Já Lula está em pleno processo de queda. Já perdeu 21 pontos, segundo as últimas pesquisas, e muito possivelmente continua deslizando ladeira abaixo junto com o governo que patrocinou e o partido que criou.

O PT, portanto, parece viver aquela clássica situação: se ficar, o bicho Dilma come; se correr, o bicho Lula pega. Ponha Dilma ou ponha Lula na TV, a sangria e os panelaços continuam.

Se o PT tenta se “descolar” de Dilma, a recíproca é verdadeira. Foi o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, - do PT, frise-se - quem declarou a repórteres que é “um erro” misturar cotidianamente o governo ao partido e que não cabe ao governo, mas ao partido, responder sobre o último panelaço (o de terça, durante o programa petista).

Entre a presidente e o PT, Lula fica com uma terceira entidade: ele mesmo. Tenta se “descolar” das lambanças do PT e dos erros abundantes da sucessora, mas precisa do PT, tanto quanto o PT precisa dele, e não pode bater de frente com Dilma nem com um governo que ele critica há tempos, de manhã, à tarde e à noite. Afinal, o partido é ele, e Dilma só virou o que virou por sua culpa, sua máxima culpa.

O resultado de tanto cola-descola é que o programa de TV do PT ficou sem pé nem cabeça, Lula decidiu satanizar a terceirização da mão de obra e Dilma saiu da tela para virar espectadora, enquanto o PMDB chamou o PT às falas, cobrando que suas bancadas assumissem as restrições trabalhistas e previdenciárias determinadas pela presidente. Ou seja: o PMDB obrigou o partido do governo a se comportar como partido do governo.


E, afinal, contra quem e contra o quê foram os panelaços? Será que o 8 de Março foi só contra Dilma? Será que o da terça-feira, durante o programa do PT, foi só contra o PT? E será que nenhum dos dois foi contra Lula? Ou será que os panelaços passados, presentes e futuros foram, são e serão contra Dilma, Lula e o PT?

Por mais que Lula tente se “descolar” de Dilma, Dilma tente se “descolar” do PT e o PT tente se “descolar” de Dilma, eles estão todos colados, senão para sempre, seguramente hoje, nestes tempos de crise. E não há remédio para esse trio de siameses, a não ser uma cirurgia radical, como a que Marta Suplicy fez e outros estão na fila para fazer.

É nesse clima que o velho PT de guerra passa por situações nunca antes imaginadas, como manifestações históricas, panelaços, buzinaços e o circo no plenário na votação do ajuste fiscal, com a oposição batendo panela e as galerias jogando dólares falsos com as caras de Lula, Dilma e Vaccari. O petista Weliton Prado, que votou contra, corre o risco de virar herói.

Se Lula acha que radicalizar contra a terceirização será suficiente para reverter o clima e reaproximar o PT das bases, dos sindicatos, das massas e da opinião pública em geral, pode estar tremendamente enganado. Pois, se algo realmente se descolou de algo, foi o PT que se descolou da maioria do eleitorado brasileiro.

Fachin. É inacreditável que Dilma tenha levado nove meses para indicar o novo ministro do Supremo e tenha escolhido um procurador que atuava simultaneamente como advogado. É inconstitucional e o STF é justamente o garantidor da Constituição.

EDITORIAL DO ESTADÃO




No reino da incoerência

Crise Política,


É nos momentos de crise política mais aguda, como a atual, que se exige, mais do que nunca, coerência por parte das forças políticas que se digladiam na disputa pelo poder. Este não pode ser um fim em si mesmo, pois é apenas o instrumento para a promoção do bem comum. E é em função desse objetivo maior que as forças políticas, organizadas em partidos, atuam no Poder Legislativo tentando aprovar propostas que reflitam sua visão de mundo. E nesse embate os partidos se dividem, para efeitos práticos e tendo por referência o governo, em situação e oposição. Essa é a teoria, que na prática nem sempre funciona, especialmente em sistemas democráticos que ainda carecem de amadurecimento.

De fato, só mesmo a falta de amadurecimento político consegue explicar a incoerência de haver hoje no Brasil um partido que foi eleito para ser governo – o PT –, mas prefere, por conveniências eleitorais colocadas acima do interesse público, agir como oposição; e uma oposição, representada pelo PSDB, que deixa de lado seus princípios programáticos para, pelas mesmíssimas razões, tentar provocar um pouco efetivo desgaste no governo. Esse é o enredo da novela da tramitação no Congresso das medidas propostas pelo Planalto para promover o necessário ajuste fiscal.

É claro que fazer oposição implica necessariamente explorar as fragilidades do governo. Mas há duas maneiras óbvias de fazer oposição: a responsável e a irresponsável. A oposição é responsável quando capaz de estabelecer, nas situações-limite, o equilíbrio entre seus legítimos interesses partidários e o bem comum – ou o interesse público. No caso do ajuste fiscal, é óbvio que as medidas propostas pelo governo – que significam a admissão de graves erros que cometeu –, embora impopulares, são indispensáveis para o saneamento das contas públicas. E o próprio PSDB, se tivesse vencido a eleição presidencial, estaria hoje propondo ao Congresso providências semelhantes. Assim, sob qualquer ponto de vista, tais medidas correspondem ao interesse público.

Ao fazer oposição intransigente ao ajuste fiscal proposto pelo Planalto, os tucanos se comportam exatamente como lamentavelmente faziam os petistas antes de chegar ao poder. Na oposição, o PT opôs-se irresponsavelmente à Constituição de 1988, ao Plano Real, à Lei de Responsabilidade Fiscal, às privatizações – inclusive aquelas que colocaram ao alcance da maioria esmagadora dos brasileiros serviços públicos de alguma qualidade. Como não se apresentou ao País um projeto alternativo de ajuste fiscal, o PSDB faria muito melhor figura na atual cena política se tivesse a coerência de se comportar, em relação ao ajuste fiscal, do mesmo modo que faria se fosse governo.

Igualmente grave é a ridícula tentativa do PT – partido do governo que se vangloria de pela quarta vez consecutiva ter conquistado nas urnas essa condição – de fazer o papel de oposição na TV, com Lula denunciando o “atentado aos interesses dos trabalhadores” provocado pelo ajuste fiscal proposto pelo governo e pela terceirização da mão de obra em tramitação no Congresso, ao mesmo tempo que procura aprovar essas medidas com a mão do gato. Ou seja, jogando sobre o PMDB e outros partidos da base aliada o ônus de uma decisão impopular. Na votação da MP 665, a bancada do PT só votou a favor do governo porque o PMDB exigiu da liderança petista o fechamento da questão, sob a ameaça de votar contra a medida. A proposta acabou aprovada por escassa maioria.

Essa novela está longe ainda de seu desfecho, uma vez que governo e PT parecem se entender cada vez menos e se distanciar um do outro cada vez mais. O programa político do PT exibido na TV na terça-feira à noite – recebido com um estrondoso panelaço em todo o País – ignorou a presidente Dilma Rousseff, para preservar a imagem não se sabe se do próprio partido ou da chefe do governo.

Essa dúvida nem a própria Dilma se dispôs a dirimir ao fugir do assunto e comentar o panelaço com sua peculiar sintaxe: “No Brasil elas (manifestações como o panelaço) são normais, porque nós construímos a democracia. Então, respeitar a manifestação livre das pessoas é algo que nós conquistamos a duras penas”.

O fato é que, quando o governo finge que é oposição e a oposição parece ser governo, as coisas vão muito mal.

07 maio 2015

CADELA TREINANDO...

...TO TREINANDO PRA DEPOIS
QUE EU FIZER MINHA
MUDANÇA DE SEXO...

ENOJE-SE VOCÊ TAMBÉM... // ESTADÃO



Youssef e Paulo Roberto Costa "eram lobos maus", diz empreiteiro da Lava Jato

De Brasília, São Paulo e Curitiba

 Ouvir texto

0:00
 Imprimir Comunicar erro

  • Ag. O Globo/Arte/UOL
    Erton Fonseca, diretor-presidente da divisão de engenharia da Galvão Engenharia
    Erton Fonseca, diretor-presidente da divisão de engenharia da Galvão Engenharia
O empreiteiro Erton Fonseca, da Galvão Engenharia, disse ao juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da operação Lava Jato, que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef "parecem cordeirinhos" na frente do magistrado, mas "lá, a cara deles era de lobos maus mesmo". O "lá", a que o executivo se refere, é uma reunião na qual ele afirma ter sido extorquido por Costa, Youssef e João Cláudio Genu, ex-assessor do PP, que teriam pedido R$ 4 milhões.
"Aqui, eu até vi na televisão, eles fazem cara de mansinhos para o senhor, parecem uns cordeirinhos para o senhor. Mas lá a cara deles não era de cordeirinhos, igual eles fazem para o senhor. Lá, a cara deles é de lobo mau mesmo. Apertando até dizer chega", afirmou o empreiteiro.
Segundo Erton Fonseca, por volta do fim do ano de 2010, início de 2011, o ex-diretor pediu que ele atendesse uma ligação do 'primo', apelido de Youssef. O executivo contou à Justiça que o doleiro o chamou para uma reunião em Brasília sem especificar o assunto. Ele afirma que havia visto Youssef em uma ocasião, tempo antes, na casa do ex-deputado José Janene (PP-PR), morto em setembro 2010.
O encontro na capital teria ocorrido em uma casa. Erton Fonseca conta só descobriu que 'primo' e Youssef eram a mesma pessoa quando chegou ao endereço e viu o doleiro na porta do imóvel.
"Me convidaram para entrar, entrei lá dentro da casa. Quando eu entrei na casa, eu já não entendi mais nada, porque estava o diretor Paulo Roberto dentro da casa. O que o diretor Paulo Roberto estava fazendo dentro daquela casa em Brasília com o assessor do PP, junto ao senhor Youssef?", contou Erton Fonseca.
"Em 2, 3 minutos de conversa fiada, já foram para o assunto. Colocaram que a diretoria de Abastecimento era do PP, que o partido contava com uma colaboração das empresas que trabalhavam para a Petrobras, nas obras de Abastecimento. Colocaram lá que a Galvão tinha em andamento diversos contratos e que se não desse a contribuição, eles iam atrapalhar a vida desses contratos. Eu fiquei lá naquela situação, questionei o Paulo Roberto: os contratos que nós ganhamos, o senhor sabe que nós ganhamos contratos por preços nunca antes praticados na Petrobras, a vantagem que a Petrobras teve na contratação desses contratos todos, o ganho que a Petrobras teve nesses contratos todos. Mesmo assim, ele não se alterou, continuou a insistência. Virou uma briga, que tinha que pagar, puxaram um número que seria R$ 4 milhões. (Eu) Disse que não tinha como pagar esses R$ 4 milhões, me senti extorquido por tudo quanto era lado, faca no pescoço pelos três."
O PP, o PT e o PMDB são suspeitos de lotear diretorias da Petrobras para arrecadar entre 1% e 3% de propina em grandes contratos, mediante fraudes em licitações e conluio de agentes públicos com empreiteiras organizadas em cartel. O esquema instalado na estatal foi desbaratado pela força-tarefa da Lava Jato.
"Eu estava enojado com aquela situação, jamais podia imaginar que uma pessoa do calibre do Paulo Roberto, com conhecimento técnico que ele tinha, eu considerava o Paulo Roberto um excelente engenheiro, pelas reuniões que eu havia participado com ele, técnicas. Fiquei enojado com aquilo e pedi um tempo. Disse que não tinha autonomia para resolver aquilo e dei um jeito de sair de lá. Voltei para São Paulo, procurei meu superior, que era o Jean, contei o caso para o Jean, ele também ficou indignado com a situação. E nós fomos procurar o Dario (Galvão, sócio da Galvão Engenharia)", explicou Erton Fonseca.
O executivo disse, naquele momento, a empresa já havia mobilizado todas as obras. Foi decidido, então, que o pagamento dos R$ 4 milhões seria feito. Segundo Erton Fonseca, o dinheiro foi pago por meio de um contrato de consultoria com a empresa MO Consultoria, empresa de fachada de Youssef, em 7 parcelas, durante o ano de 2011.
"Mobilização de obra é a fase que mais se gasta no contrato. Você gasta, gasta, gasta, mas não começou a executar, então você não tem faturamento, você só tem gasto. A Galvão já havia gasto uma barbaridade de dinheiro que ela nem tinha para mobilizar esses contratos", contou o executivo. "O Dario achou melhor ceder a essa situação e a pagar os R$ 4 milhões. Ele autorizou o pagamento de R$ 4 milhões de extorsão."

Operação Lava Jato da PF142 fotos

141 / 142
28.abr.2015 - Por 3 votos a 2, a segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu nessa terça-feira (28) liberdade ao empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, que foi preso pela Polícia Federal por suspeita de participação na operação Lava Jato. O Supremo também pode determinar que ele cumpra prisão domiciliar. Além dele, oito acusados de participação no esquema de corrupção na Petrobras, seis executivos e dois funcionários de empreteiras também poderão cumprir a pena em casa Leia mais Pedro Ladeira/Folhapresss

O QUE V. ACHA DA MAIORIDADE PENAL? // ÉPOCA


ESTE VIVEU E NÃO ACUMULOU....

Foto de Klaw Diona.


Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.
Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.
Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:
Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.

Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver...

PREPARE REQUEIJÃO EM CASA...
















E NO PROGRAMA DO JÔ SOARES... // UOL


Ao elogiar beleza, Jô diz que Susana Vieira deve ter feito pacto com diabo

Do UOL, em São Paulo

 Ouvir texto

0:00
 Imprimir Comunicar erro

  • Reprodução/TV Globo
     Jô elogia beleza de Susana Vieira e diz que atriz deve ter feito algum "pacto com diabo"
    Jô elogia beleza de Susana Vieira e diz que atriz deve ter feito algum "pacto com diabo"
Jô Soares elogiou a beleza de Susana Vieira em seu programa, no começo da madrugada desta quarta-feira (6), e disse que atriz deve ter feito algum "pacto com diabo" para ser tão bonita. A frase foi dita pelo apresentador durante conversa com Marcos Oliveira, ator que interpretou Beiçola na extinta série "A Grande Família", da Globo. Oliveira e Susana, agora, trabalham juntos no espetáculo "Barbaridade", baseado em textos de Ziraldo, Luís Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura.
"Quem é essa moça loura, bonita, aqui?", perguntou Jô, ao ver a foto da atriz em um catálogo do elenco.  "É uma moça que está começando agora. É a Susana Vieira", respondeu Oliveira.
Reprodução/TV Globo
Jô Soares elogia beleza de Susana Vieira
"Ela fez um pacto com diabo, alguma coisa, porque realmente... linda. Olha essa foto?! É uma maravilha. É uma loura maravilhosa. A primeira vez que vi Susana Vieira, estava no corredor da antiga TV Tupi esperando por alguém. Devia ter uns 18 anos. Uma coisinha frágil. Linda. Sentadinha, quietinha, bem humildezinha. Perguntei para Cassiano Gabus Mendes 'quem é essa moça'?. Chama-se Susana Vieira. Está começando agora. Imagina isso, quantos anos tem.
Oliveira, então, explica que na peça Susana diz ter 72 anos. "Tem um vigor. Canta, dança. Linda, maravilhosa, gostosa", exalta o ator.
Ainda durante o programa, Jô Soares brincou também com a reação de Caco Barcellos ao presenciar selinho dado por Galvão Bueno em Pedro Bial nos bastidores do especial do "Jornal Nacional", que reuniu os principais profissionais da equipe de jornalismo para celebrar os 50 anos da Globo.
"Eu acho que nenhum dos dois teve um mau pensamento. Agora, o que eu achei muita graça foi o olhar de preocupação do Caco Barcellos, pensando o seguinte 'Meu Deus! O próximo sou eu", brincou Jô.
Embora tenha ocorrido pouco antes da gravação do especial do "JN", a cena só foi exibida no sábado pelo programa "Globo News Documento", do canal de notícias Globo News.
O selinho entre os dois profissionais alcançou uma ampla repercussão nas redes sociais. Só para se ter uma ideia dessa repercussão, o post com o beijo é o de maior sucesso na história do perfil do portal BOL no Facebook, com mais de 125 mil visualizações (até o dia 27/04).
Reprodução/TV Globo
Galvão e Bial dão selinho nos bastidores da Globo; ao lado, Caco Barcellos olha atentamente a cena